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O sucesso PEPSI-COLA® excedeu os limites de Porto Alegre, onde ficava a fábrica. Na medida em que o refrigerante foi conquistando o mercado, aumentou o capital e surgiram novas fábricas.

A empresa, que havia começado com a participação dos comerciantes portugueses da capital gaúcha, com 81 acionistas e um capital de 6 milhões e 600 mil cruzeiros, foi apenas o início de um grande negócio.

Apenas dois anos após a inauguração da fábrica em Porto Alegre, em 1955, Heitor Pires já abria a primeira filial da PEPSI-COLA® no Rio Grande do Sul. A segunda fábrica foi construída no município de Pelotas, a 271 km da capital gaúcha, no interior do estado.

No ano de 1962, o capital da empresa era de 260 milhões e já haviam mais de mil acionistas. Nessa época, todas as máquinas eram construídas na própria fábrica da PEPSI-COLA® que até já exportava essa maquinaria para o resto do Brasil.

Na fábrica também se produziam as tampinhas, as caldeiras, os conjuntos para retração de água, os conjuntos para refinação de açúcar e tanques de todos os tipos. A produção já atingia 50 mil garrafas por hora. A frota de caminhões que faziam a distribuição do refrigerante contava com 124 veículos. A PEPSI® empregava na época cerca de 2000 funcionários e controlava mais de 300 distribuidoras. Nesse mesmo ano, é inaugurada a segunda filial da empresa, no município de Passo Fundo, a 328 km de Porto Alegre. Outras filiais já estavam programadas, mas a inauguração dessas empresas se deu somente após a saída do Comendador da PEPSI-COLA®.

Sob o comando do português, a PEPSI® no Rio Grande do Sul foi uma empresa sólida que otimizava seus recursos, apresentava estratégias ousadas...e tirava o sono da concorrência.

 


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